
Era o ínicio da aventura, e o Fael já estava com um daqueles cadernos onde ele escrevia toda a aventura (mais que por fim ele ignorava completamente), e o Fael sempre teve dificuldade em iniciar as aventuras e nesse dia não foi diferente. Não me recordo de todos que estavam na mesa, mas com certeza estávamos, Ramon, Rodrigo e eu. Era uma aventura atemporal (como todas do Fael) isso porque nós estávamos no mundo contemporâneo, mas nós, o grupo, éramos uma espécie de Power Rangers que viajava no tempo para realizar missões ordenadas a nós por um cara que ao que tudo indicava era um monge. Mas enfim, vamos ao fato. Estávamos todos juntos no porão de uma casa que era o QG do monge, nosso chefe, e ele estava nos dizendo o que faríamos em nossa primeira aventura, e então eu perguntei ao narrador Fael... Izaque: -Oh Fael eu tenho alguma arma? Fael: -Não. Izaque: -Ué vÔ sair pra procurar umas armas aí pra nós. Fael: -Beleza só que vocês estão trancados nesse lugar. Izaque: -Uai, pedi pro cara abrir a porta do raio desse porão pra eu sair e procurar armas! Fael: -Só que você não sabe o nome dele. Izaque: -Hã? Que se foda, vô cutucar ele e quando ele olhar pra mim eu peço pra ele abrir a porta. Fael: -Você cutuca e ele não te dá atenção ele tá mexendo na máquina do tempo. Izaque (coçando a cabeça): -Tá Fael, cheguei pra esse filho de uma puta e perguntei: -Qual é o seu nome? Fael: -Ele diz: -Ninguém sabe nem nunca saberá. Izaque: -... Ramon: -É nós vamos ficar aqui pra sempre então. Todos (inclusive o Fael): -Risos. Izaque: -OK, Oh senhor ninguém sabe nem nunca saberá, abre logo a porra da porta pra gente ir arrumar umas armas por que senão nós vamos fazer a sua missão matando os bandidos com o que? Pé de mesa igual no jogo do Ramon? Ramon: -Ei! Ninguém Sabe Nem Nunca Saberá: -Liu. Izaque: -Oi? Ninguém Sabe Nem Nunca Saberá: -Meu nome é Liu. Izaque: -Prazer, agora abre logo essa merda de porta caralho!
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